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Sinta-se em casa
Estou tão feliz que você esteja aqui!
Esse é o meu espaço virtual, feito com muito carinho.
Espero que goste!


Dia 5 sem Instagram: quando o vício sai, mas o gesto fica.
Para ir trabalhar, eu tinha um pequeno ritual. Colocava os fones de ouvido, escolhia uma playlist do meu interesse e ia para o ponto de ônibus. No ponto, eu costumava pegar o celular para usar um aplicativo que rastreia a posição dos ônibus e ver quanto tempo o meu ainda ia demorar. Então ficava intercalando entre o app dos ônibus e o Instagram até conseguir embarcar.

haryane santos


Dia 3 sem Instagram: as notícias ainda encontram você
Eu queria respostas, mas as respostas estavam no Instagram, nas contas de amigos e familiares, e eu estava fora dessa comunidade. Então, o máximo que pude fazer foi me recompor emocionalmente e esperar notícias, como todos nós fazíamos antes das redes sociais.

haryane santos


Dia 01 sem Instagram: o primeiro passo fora do algoritmo
Por tudo o que eu salvei nas pastas de culinária, modelos de roupas, filmes para assistir, lugares para conhecer e tantas outras pastas em que eu colecionava conteúdos que nunca acessava, revisava ou revisitava.
Era só um compilado enorme de utilidades inúteis, essencialidades desnecessárias, importâncias desimportantes.

haryane santos


Não dê poder a quem quer destruir o seu potencial
Era o final do ano e todos os alunos se preparavam para ir embora. A pastora me chamou à sua sala e, para ser sincera, não lembro o que ela disse antes ou depois dessa frase: “Você não tem nada de especial, só brilhou nesse lugar porque sabe costurar.” Só me recordo do que senti naquele momento.

haryane santos


A minha criança em Parangolé
Tema: Odisseia à nostalgia Minha visão não era embaçada; ela era muito clara sobre o futuro — talvez uma visão infantilizada, mas tinha...

haryane santos


A história da blusa de seda indiana. Continue no processo
Eu sabia que tinha estragado aquele tecido. A minha mãe sabia que eu tinha estragado aquele tecido. Mas, como eu não tinha sido beneficiada com a Lei da Palmada, tive que fingir que o que costurei era exatamente o que eu queria usar — e assim o fiz durante muito tempo, inclusive na igreja, em aniversários e encontros de família. Se eu não fizesse isso, com certeza iria apanhar. I – A saga Minha mãe sempre soube como cultivar amizades longas, especialmente com as clientes dela

haryane santos


A história do vestido verde. Qual o tamanho da sua autoestima?
No dia de provar o vestido, ela se olhava no espelho como se estivesse tentando se convencer de alguma coisa. E eu ia falando os pontos positivos da roupa e como eles ajudavam a disfarçar alguns aspectos do corpo dela. Ela ia se virando na frente do espelho e concordando com a cabeça, mas a fisionomia dela não era de felicidade.

haryane santos
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